Max Matos

Max Matos

Sexta, 22 Setembro 2017 01:16

Ruas feias e esquecidas da Cidade

O governo do estado, que peca com a baixaria em alardear as suas obras "Tamanho G", numa clara insinuação à baixa estatura de ACM Neto, por outro lado merece aplausos pelas intervenções em áreas feias da Cidade, que sempre foram discriminadas e que nenhum prefeito até então quis intervir, que são as ruas do, São Miguel, Gravatá, Fonte do Gravatá, e Rua do Tingui.

É uma iniciativa de louvor, pois mexe com o aumento da auto estima dos sofridos moradores desta região, sempre vistos como cidadãos de segunda classe, e cujo voto sempre foi desprezado, pois eu nunca ví nenhum candidato fazer campanha por lá.
Parabéns, Rui Costa!

Max Matos, dizendo tudo.

Sexta, 22 Setembro 2017 00:55

Cura Gay

Juiz libera o tratamento aos psicólogos e acende um debate de pouco sentido.
Ora, se o tratamento não é obrigatório, então porque a polêmica? Fariam o referido tratamento apenas aquelas pessoas que estão insatisfeitas em serem gays. E isso existe.
Intolerância, seja ela qual for é inadmissível no mundo atual, mas o caminho pra combatê-la também não é a vitimização, mas sim argumentos e ações plausíveis e objetivas.
Exemplo: No caso dos Trans, um psicólogo defensor da causa gay, disse numa entrevista na TV que, ninguém tem culpa de ter nascido com um sexo que lhe foi imposto. Mas imposto por quem?  Como ele não pôde culpar a natureza rsrs, deixou no ar uma insinuação hipotética de que a culpa é da sociedade, o que seria uma estúpida e completa insensatez.

Desta forma não se chegará nunca a um consenso.
http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/juiz-concede-liminar-que-permite-aplicacao-de-cura-gay-por-psicologos/

Max Matos, dizendo tudo.

Criado pelos negros africanos no Brasil, o caruru era usado como comida de ritual do candomblé oferecido aos orixás, acompanhado de vatapá, efó, feijão preto, feijão fradinho, mugunzá, arroz doce, camarão, farofa de azeite, pedaços de acarajé, abará e de frango. Até hoje. Mas quando se trata de pagamento de promessas (o chamado caruru de preceito), acompanha ainda; pedaços de cana, a rapadura e a pipoca, regados ao aruá, ou aluá (há controvérsias sobre o verdadeiro nome) que é uma espécie de refresco feito com a casca da cana). E aí como abertura e "pedido de licença", se convida sete meninos que numa cumbuca grande, comem juntos e com as mãos.

Quando menino, não perdia um caruru e antes de comer tínhamos que controlar a ansiedade obedecendo um ritual, cantando uma música cuja letra dizia: "Vamos levantar o Cruzeiro de Jesus, no céu, no céu, no céu a Santa Cruz", e nesse ínterim enquanto levantávamos e abaixávamos a cumbuca seguidas vezes. Só depois é que começávamos a comer. Inicialmente com muita disciplina. Mas no decorrer, a ansiedade levava alguns a acelerarem e os outros o seguiam para não comerem menos.
Aí acabava sempre em agitação. Por isso era conhecido também como caruru da balbúrdia.. Era assim no meu tempo de criança.

1122 PastorMas hoje caiu muito, e uma das razões é que a maioria das pessoas humildes de bairros periféricos obedecem cegamente os fundamentos ensinados nas igrejas evangélicas que consideram o caruru, o acarajé e o abará como coisas ligadas ao satanás. kkkkkk

Na adolescência, continuei comendo caruru em qualquer lugar que me chamassem sem perguntar onde seria. Chegava ao ponto de, junto com a turma, pegarmos um ônibus pra ir ao local, e só me lembrava até ai, pois após deliciarmos a saborosa comida voltávamos pra casa e no outro dia eu nem sabia dizer qual o lugar, nem que bairro, nem nada.
Infelizmente o tempo se incumbiu de mudar toda essa cultura ficando apenas a saudade.

Max Matos, dizendo tudo.

Domingo, 17 Setembro 2017 12:56

O homem do caixão em pé

Era década de 60, mais ou menos no início. Uma cena esquisita era presenciada constantemente pela população de Salvador. Um homem de físico franzino, extasiava a todos caminhando pelas modestas ruas fazendo o seu trabalho. Seu nome, ninguém sabe informar até hoje. Mas para conduzir a leitura, vou chamá-lo aqui de, “João, O homem do caixão em pé”.
João trabalhava para uma das funerárias que prestavam serviço à população mais pobre e que não podia pagar um carreto para trazer o popular “porta defunto” até a casa do falecido para a cerimônia do velório. É que nos dias de hoje, os velórios são realizados no cemitério, mas naquela época a cerimônia acontecia na própria casa do morto, e após uma noite de sentimentos demonstrados com chororôs e desmaios, o féretro saía com o pequeno cortejo seguindo a pé, até o cemitério que geralmente era o das Quintas dos Lázaros.
Eu era garoto e morava no bairro do Tororó, não sabia ao certo onde era a funerária, mas como ele surgia sempre do final de linha, era provável que seria, ou na Avenida Vasco da Gama ou no bairro do Garcia.

Como um profissional de personalidade, João cumpria a sua honrosa obrigação de maneira e forma própria. A grande diferença na condução do “envelope de madeira” até o local do velório, era que João, de pés descalços, o conduzia na cabeça. Até aí tudo bem, não seria nenhuma novidade. O inusitado era que ele equilibrava o caixão na cabeça, mas em posição vertical, e nunca se teve notícia de que ele o tivesse deixado cair.
Era dessa forma que João ganhava o pão de cada dia. Se era também por exibicionismo, não sei. O certo é que ele atraía a atenção de todos e de certa forma contribuía para aliviar um pouco aquele sentimento repugnante que atinge a todos nós quando vemos um caixão funerário, que hoje, bem mais delineado e em madeira envernizada, tem um formato menos chocante que antigamente.

Não me lembro se algum jornal fez matéria sobre isso. Eu sempre quis escrever sobre "O homem do caixão em pé”, mas sem uma ilustração, talvez não oferecesse muita credibilidade. Por isso, quando me enviaram essa foto, fiquei num entusiasmo só.
Agora, para vocês que vieram ao mundo pós aquela saudosa época, e para aqueloutros que testemunharam, ou até nem lembravam mais, está aí a prova, para que conheçam ou relembrem dessa figura folclórica, integrante do quadro das coisas típicas e exclusivas desta nossa querida Bahia, diferente, mágica e que tanto nos orgulha.

Max Matos, dizendo tudo.

* Esse saudoso testemunho está no meu livro, que será lançado em breve. Com fé em Deus.

Domingo, 17 Setembro 2017 12:52

Excesso de tolerância

Continuo achando o juiz Sergio Moro muito paciente com Lula nos depoimentos. Continua o tratando de "ex-presidente" quando deveria ser simplesmente, "Senhor Lula". Porque este tratamento zeloso e diferenciado dos demais?
Se deixar o molusco a vontade ele vai querer dominar a audiência como ousou fazê-lo (e aí é que foi repreendido por Moro) tratando a procuradora do Ministério Público de "querida" como se a conhecesse ou estivesse numa reunião informal do seu partido.
Não costumo alegar o seu precário principio escolar, pois ele é inteligente e a vida ativa lhe ensinou a conviver e lidar com todos os níveis culturais.
Ele apenas usa isso propositadamente para tirar proveito, também porque é raivoso e está em pleno "gozo" do seu inafastável desespero.

Max Matos, dizendo tudo.

Domingo, 17 Setembro 2017 12:28

Os maus hábitos que a TV nos passa

A TV brasileira nos passa muitos hábitos deseducados como; Deitar-se na cama sem tirar os sapatos, ou sentar-se no sofá colocando os pés calçados sobre o assento, coisa muito comum até em alguns entrevistados que querem mostrar descontração e sentam-se sobre a poltrona com as pernas cruzadas de forma indiana.
Estas coisas nada mais é do que uma ridícula dependência cultural mal copiada dos filmes americanos, e é no mínimo uma falta de higiene, além de um péssimo exemplo para as crianças tão carentes de bons costumes.

Ainda bem que esse burlesco modelo, não parece ser aceito pelo público. Pois nenhuma dona de casa brasileira, seja dondoca milionária ou uma humilde moradora de um barraco, admite este absurdo em sua casa.
E que ninguém se engane pensando que a família americana pratica essa aberração. Quem conhece e já conviveu comprova. Isso é vendido para o mundo simplesmente como clichê cinematográfico usado apenas nos filmes. Só que uma insistente exposição deste tipo, contribui para a degradação comportamental da nossa já tão combalida sociedade.

Max Matos, dizendo tudo.

Quinta, 14 Setembro 2017 03:10

Gênero é biologia e nunca Ideologia

Condeno e desprezo esta proposta doentia e antinatural. Este diabólico e irresponsável experimento que covardemente e de forma injusta fazem seus "inventores" insinuarem como homofóbicos todas aquelas pessoas de bom senso que não concordam com esta neurótica, egoísta, radical, anticristã e desprezível imposição.
Crianças nascem com seus órgãos sexuais compatíveis com os seus gêneros. Como pode uma "lei" mudar o que a natureza criou.
Mudança de comportamento após crescer é outra coisa, é uma decisão pessoal do indivíduo e um direito.
Não pode é ser uma coisa imposta por uma malfadada lei oriunda da cabeça desvairada de um idiota qualquer.

Max Matos, dizendo tudo.

Terça, 05 Setembro 2017 23:55

Flagrante dos anos 50

Nesta foto, a já consagrada atriz italiana Sophia Loren, não conseguiu conter a indiscrição ao olhar o decote ousado e provocante da colega americana Jayne Mansifield, que se orgulhava em mostrar os seus lindos e famosos seios onde até os mamilos participavam, assunto que gerava constantes comentários na mídia da época.

Max Matos, dizendo tudo

Terça, 05 Setembro 2017 03:44

Morre Rogéria

A conhecida atriz e transformista Rogéria, faleceu no Rio de Janeiro após seguidas internações com problemas renais

http://www.bahianoticias.com.br/cultura/noticia/29232-rogria-morre-aos-74-anos-no-rio-de-janeiro-aps-ser-internada-com-nova-infeco-urinria.html

Terça, 05 Setembro 2017 02:59

O fenômeno Wilson Simonal

Ele foi um cantor perfeito e um comunicador como nenhum outro. Mas foi ingênuo e traído por aqueles cujo seu sucesso incomodava. Mas a vida é assim. Você acerta 100%, quando falha em 1%, é execrado impiedosamente. É assim a nossa implacável humanidade.

Quem encabeçou e promoveu essa onda de "Simonal dedo duro" foi o cínico e dissimulado, cartunista Ziraldo com seu colega Jaguar, junto com Millôr Fernandes, Henfil, e o jornalista Sérgio Cabral, (pai do ex-governador que hoje está preso por detonar os cofres públicos do Rio de Janeiro) todos comunistas de carteirinha.

Eles criaram o famigerado tabloide, difamador que foi, O PASQUIM, que era a única oposição jornalística ao governo militar. A razão do ódio, era porque eles achavam que por Simonal ser um negro com tamanho poder de comunicação poderia usar aquilo contra os "milicos". Daí a revolta seguida da abominável calúnia que cerceou o trabalho do artista que ficou sem poder exercê-lo e isolado até morrer, pois ninguém queria contratá-lo com medo de represálias. Todos os que ainda estão vivos, amargam isso nas suas consciências. Se é que as têm.

Max Matos, dizendo tudo.

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